Os vídeos conquistaram o mundo da publicidade, e a utilização de drones como ferramenta de captação se tornou indispensável.

Não é de hoje que cinegrafistas e fotógrafos buscam os céus para produzir suas imagens, mas o que antes demandava gruas, helicópteros e uma grande equipe envolvida, popularizou-se de tal forma que uma pessoa com um investimento médio pode comprar um drone e, depois das devidas certificações, começar a produzir imagens profissionais.

Na verdade, o uso dos drones começou em 1849 com objetivos militares, como espionagem, apoio, vigilância ou ataques. Porém, foi só no século XXI que a utilização das aeronaves não tripuladas se expandiu e começaram a ser manuseadas por simples civis, principalmente para produção de fotos e vídeos.

Isso elevou o nível das produções audiovisuais exponencialmente. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), foram registrados no primeiro ano cerca de 41 mil aeronaves não tripuladas e 14 mil destas eram para uso profissional das mais variadas formas: institucionais, de produto, eventos, publicidade, etc.

Mas é claro, qualquer material profissional demanda estudo e esforço. No caso dos drones, a curva de aprendizado ainda tem o diferencial de unir conhecimentos completamente diferentes: fotografia e pilotagem (já que para produzir boas imagens é necessário levar em conta aspectos de iluminação e enquadramentos, assim como condições climáticas e velocidade dos ventos).

Para quem não tem muita familiaridade com o uso de drones, pode ver um controle pela primeira vez e confundi-lo com um joystick; e realmente, a experiência de pilotar um drone pode lembrar muito os joguinhos de videogame, com a diferença de que se você perder o controle pode acarretar na perda total do equipamento.

Se você é um entusiasta das imagens aéreas, tanto como piloto ou cliente, vale a pena buscar mais informações e fazer uso desse recurso recém-chegado que já se tornou fundamental.

Acompanhe abaixo alguns registros da nossa última captação:

Por Mário Leão